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O Canto do Cisne | Arthur D'Alembert

Extrato Capítulo II Primos e Pseudo primos

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– O quê? Pseudo o quê? – Dave fez uma careta, balançando a cabeça de um lado para o outro.

– Dave, pegue uma calculadora, por favor... – sua voz era firme e nervosa, quase imperativa. Seu rosto sério pressagiava uma emergência.

– Já peguei, já peguei, não fique brava, menina! – sempre a chamava de menina quando discutiam, e agora parecia que Susan não estava para brincadeiras.

– Agora divida o primeiro número da folha, 561, por 3, depois por 11 e então por 17.

– Sim, ele é dividido perfeitamente por esses três números! Estou vendo... – falou Dave, após fazer algumas contas.

– Agora subtraia 1, o que dá 560, depois divida 560 por 2, por 10 e por 16, um de cada vez.

– Sim – falou Dave –, também 560 se divide perfeitamente entre cada um deles.

– Você percebeu que 2, 10 e 16 são 3, 11 e 17, subtraindo 1 de cada um deles? E percebeu que também foi subtraído 1 de 561?

– Estou entendendo agora... – seu espírito curioso de cientista havia despertado finalmente.

– Ou seja – continuou Susan –, se você tem um número composto e o decompõe nos seus fatores primos, depois subtrai 1 do número original, e esse novo número é mais uma vez dividido perfeitamente entre todos e cada um, TODOS – frisou Susan,–, os seus fatores primos substratos de 1, então você está perante um número pseudoprimo – Susan falava rapidamente, engolindo as palavras. Tentava não gritar.

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