Free Web Site - Free Web Space and Site Hosting - Web Hosting - Internet Store and Ecommerce Solution Provider - High Speed Internet
Search the Web

O Canto do Cisne
Libere a sua imaginação!



Esta página é sobre um livro de Ficção Científica chamado "O Canto do Cisne", por Arthur D'Alembert.

A primeira versão em língua inglesa (Partes I e II) foi publicada em Outubro de 1998, e o livro pode ser comprado tanto no formato digital (arquivos PDF), quanto impresso.

A versão em Espanhol (Parte I) foi publicada pela editorial Baile del Sol, das Ilhas Canárias, e pode ser comprado fora de España através da distribuidora PAQUEBOTE

A versão em PORTUGUES (Partes I e II) foram publicadas pela editora Papel Virtual de Rio de Janeiro. Para comprar o livro, escolha o género 'Ficção Científica' e dentro escolha O Canto do Cisne

Para o leitor curioso, aqui vai um breve resumo:

Sinopse:

Em 23 de Fevereiro de 1987 a luz de uma estrela supernova chegou até a Terra. Por ser a primeira supernova observada naquele ano, esta recebeu o nome de 1987-A.
Junto com os dados da estrela, um grito sufocado pelo estrondo da explosão, finalmente enfraquecido pelo tempo e a distancia chegou até nos. Cinco anos depois, uma astrônoma acha a mensagem, pensando que esta foi emitida por alguma civilização extraterrestre destruída pela explosão. O governo dos Estados Unidos cria uma equipe altamente especializada para analisar os dados, mas logo uma serie de acontecimentos surpreendem a ela e seus ajudantes. Estaria a humanidade preparada para compreender esta mensagem?.
Para resolver a questão, os cientistas são obrigados a penetrar em profundos conceitos sobre consciência e auto-organização, mas no fim, uma pergunta ficará sem resposta: por que?

Prezado Leitor:

Esta é uma historia de Ficção Científica "dura", ou seja, está baseada em fatos científicos reais. Historias de ficção "duras" podem ser divertidas também, e a minha intenção com esta novela é transformar o excitante porém às vezes cansativo conhecimento cientifico numa tarefa mais agradável e amena. Muitos conceitos nesta historia tais como auto-organização, caos e fractais, estão na fronteira inexplorada da ciência.
Nem por isto resultam menos interessantes, senão ao contrario, atraem a nossa imaginação. Espero que vocês gostem desta aventura. O trabalho pode que não seja uma obra mestra da literatura, mas ao menos desejo que capture a sua atenção e lhe ofereça algo para pensar.

Muito Obrigado.

Arthur D'Alembert

(Ouça, após ler este livro talvez você deva pensar melhor antes de ligar o seu computador ao projeto SETI@HOME de busca extraterrestre)

Você pode ler o primeiro capítulo em formato HTML AQUI, assim como alguns extratos.






Presentação oficial do libro

O Canto do Cisne foi apresentado oficialmente em 30 de Setembro de 2003 em Asunción (Paraguay), num ato realizado no CENCAR (Mcal Lopez 5000 Esq. Tte. José Lopez), que cedeu o excelente local e infraestructura em forma gratuita. A programação do evento esteve a cargo de Gloria Velilla e Edda de los Rios.

A presentaçào do libro esteve a cargo do Prof. Blas Servín, membro da comisão diretiva da Sociedade Científica do Paraguay, e do joven poeta e escritor paraguaio Cristino Bogado.

Na primera foto, Edda de los Rios, Sra. Michelagnoli y Gloria Velilla. Na segunda foto, Cristino Bogado, Miguel Velilla (Arthur D'Alembert) e Blas Servin.
- - -


O Prof. Servín inició a charla expondo os aspectos cientificos da busca de vida inteligente no universo, e logo Cristino Bogado fez a presentação do livro:

Texto de apresentação de O Canto do Cisne,
Novela de Ficção cientifica de Arthur D'Alembert


A literatura fantástica cobre uma zona espectral cujas listras extremas são, por um lado, o conto de fadas e, pelo outro, a ficção cientifica. Este último, gênero paradoxal já no inicio pela sua nomenclatura, tem data certa de nascimento: Viajem à Lua, de Luciano de Samósata (inicio do século III , escrito em grego). Outra variante da ficção cientifica é a famosa literatura de antecipação, exemplificada nos livros de Júlio Verne, cuja imaginação, absolutamente fantástica para o povo do século XIX, mas que a partir do século XX pertence já ao campo da aventura mais bem realista que fantasiosa. Suas profecias tem se cristalizado quase em 100% pelo menos nos aspectos mais marcantes. A Maquina do tempo de Wells é a obra literária deste sub-gênero cujo deslocamento desde a fantasia poética até o cotidiano de um mundo futurista magico-tecnológico é o mais ansiosamente esperado pela ciência moderna. Outro modo, ou sub-gênero da ficção cientifica, é a narração de catástrofes, por exemplo a obra da década do 70 de Ballard: Crash Atrocity, Exhibition, O mundo submerso etc.

Arthur D'Alembert é o pseudônimo do matemático e mestre em bio-engenharia Miguel Angel Velilla - já desde o nome uma homenagem a um dos precursores do século XVIII da curiosidade cientifica que caracteriza ao mundo nos séculos seguintes - nos apresenta na sua primeira novela, O Canto do Cisne (primeira parte de uma trilogia em andamento), uma obra que oscila (no sentido do movimento pendular e também das ondas de radio, imagem esta grata ao autor) entre o Sci-Fi de antecipação e o de catástrofe, podemos dizer, como primeiro intento de aproximação.

Susan Horowitz, cientista de um centro de investigação de sinais do espaço nos EEUU, melomania obsessiva da musica das esferas e ainda de toda sujeira sideral, numa das suas rotineiras veladas extra laborais de sábado a noite, que ela tem concebido mais no sentido de Hilbert ou de Fermat que no de Travolta, descobre que as fitas gravadas pelo satélite IUV da explosão da supernova 1987-A (11.000.000 de anos de vida somente), uma vulgar seqüência continua de zeros e uns, esconde uma regularidade e recorrência a traves dos pseudo-primos de Carmichael, que insistem uma e outra vez em se repetir, o que para qualquer diletante matemático supõe uma só e exclusiva conclusão: racionalidade, vida balbuciando de forma cifrada mais para alem do nosso planeta, criptografia exobiológica , o ancestral sonho humano de despojar-se da sua condição solitária de ser os únicos sensíveis-racionais do universo. Bom, a partir desta descoberta inicial, a fria luz fluorescente que se abate habitualmente para o profano sobre as hipóteses cientificas, abstrusas e técnicas demais, se quebra em ritmo de música tecno- eletrónica de 141 bits por minuto. Mas esta dança mental, mais próxima ao pensar dupiniano do que a agitação dessalgada de um Indiana Jones (temos que dizer), tem a estreiteza e o esoterismo que corresponde não só aos eurekas científicos senão seus predecessores, as seitas pitagoricas, as irmandades alquimistas, o voto de silencio e discrição dos apóstolos. De fato, são apenas 12 (a cabala e ao pitagorismo poderia lhes indicar delicias sem conta esta cifra, por demais trivial que nos associamos com a dúzia), dentre eles o chefe de Susan, o presidente dos EEUU, sem duvida, o assessor presidencial, y Joshua Horn, louco genial, e no outro extremo, sobre o Pacifico, o adversário natural daqueles que em matéria tecnológica, o rei dos microchips, Japão, temo ao Sr. Sideaki Nemo, ao seu braço direito Akiro, contraparte e duble japonas do genial Joshua, ao embaixador e a três empresários dos cartéis nipônicos que dominam o mercado tecnológico mundial, ansiosos de seguir a vanguarda neste campo sobre os EEUU.

A grandes traços se pode agregar a este esquema básico que o que segue é o investimento de somas astronômicas, para continuar com as simetrias que abundam no livro, no projeto Beagle, com apoio estatal no caso dos EEUU e de empresas privadas por parte do Japão, numa corrida tecnológica onde o leitor tomará partido ao seu bom gosto e juízo, seja que está influenciado secretamente por Millenium e os Arquivos X ou pelos santificados e maravilhosos mangas.

Ha que aclarar que para abordar este livro e a prossecução do Projeto Beagle até suas 188 paginas será imprescindível aparelhar-se dos conseguintes recatos na navegação cientifica, isto é, instrumentos de medição da geometria não euclidiana (a curva de Gauss), um manual de introdução á pedra Roseta (em ultimo caso pode se paliar a falta desta com o conto O Escaravelho de Ouro, de Poe, que aporta rudimentos e os códigos básicos para decifrar criptografias fantásticas), o livro de Prigogine sobre teorias do caos, e ainda ter o cérebro acendido a capacidade de quase 3 teraflops (valha a comparação) para suster a leitura do livro. Acredito que não seja muito pedir, tendo em conta a agitação cerebral e calistenia mental , a fome de conhecimentos que suscita o livro e que as ondas de radio tem vagado alguns 100.000 anos pelo espaço para chegar agora, compreensivo leitor, sãos e salvos gramaticalmente ate suas suaves e burguesas mãos.

Sem entrar a esmiuçar a seqüência da trama desde sua proposta primeira até seu ofegante desenlace, que não seria outra coisa que infravalorar a capacidade autônoma e de livre interpretação do leitor e um golpe baixo ao pudor ante o suspenso que articula cada um dos capítulos da novela, gostaria me deter em alguns detalhes que, no meu ver, entusiasmado leitor antes que critico imparcial desta obra e um gênero que oxalá a partir da sacudida que ira produzir com segurança no letargo provinciano e pré-científico da nossa literatura indígena mormente kitsh, pretensiosa, seria e formal, terá continuadores e mais cultivadores.

Primeiramente Joshua Horn, genial matemático louco que pode declamar de cor a Ilíada e aplicar a metáfora do cavalo de Tróia aos vírus informáticos, agitado ciclicamente pelas iluminações paranormais, como acontece com os indivíduos da sua espécie, dotado de uma intuição matemática riscando no poético, vivendo entre a vigília eternamente mais pura e perfeita dos números e penumbra catatonica da sua patologia, avatar humano que deve sofrer, com o braço enrolado (ao longo da novela) em torno a um velho e descolorido cobertor, como um ponto de estabilidade que o fixe na terra, longe das suas visões demiurgicas e da bebedeira ocasionada pelo seu oficio de mestre da arte combinatória aplicada à informática moderna. Ele, o excluído social, o bruxo da aldeia, o 'chaman' que fala uma língua incompreensível, o oráculo do espaço, é quem vai ser a enfermeira no parto telematico destes sinais misteriosos que viajaram ao longo de 270 anos e quem vai configurar o programa de modelagem tridimensional para evocar a este buque fantasma extraterrestre, Voyager que desaparecera com a explosão da supernova, e com ela, a civilização, suicida acaso, que, por causa do conhecimento acabará ao borde de sua desaparição, da extinção mesma.

Quero chamar a atenção sobre o uso das metáforas sacadas da biologia, em especial da entomologia, no livro. No primeiro capitulo é nos descrito o doloroso nascimento, fugaz e radiante vida e espetacular morte de uma supernova rainha gerando mateira como mel. O longo inseto, parecido com um Louva Deus, depois de quatriliões de combinações possíveis, na mensagem ufológica chega a se configurar numa visão claramente extática, mística (que a gente chega, por um instante, a pensar se na realidade não estamos perante a presença da demência ectoplasmizada do louco Joshua antes que o cubo com as divisões mais finas que possam existir, duma imagem da nave-inseto). Outro ponto importante é a simetria entre os sintomas esquizoides de Joshua e os traços esquizofrênicos, erráticos, que as vezes adquirem as supernovas, segundo nos da a conhecer o narrador num momento dado. Outro, também, que os cilindros perfeitos que conhecemos com o nome de submarinos tem a morfologia rigorosa das baleias. Não é menos fascinante a cosmovisão do autor de que o universo é uma besta cósmica desdobrando-se nele/com o 'infinito' - idéia que encontramos com claridade meridiana em Bruno, a fines da idade media, quem, entre parêntesis, terminou sua agitada vida nas fogueiras purificadoras do anticientifico Santo Oficio, acusado, entre outras coisas, de difundir idéias heterodoxas que se alimentavam dos oráculos caldeus, os escritos misteriosos do neoplatonismo e do neopitagorismo e dos divagues dos livros do 'corpus hermético' (estes últimos, fonte primeira o famoso enunciado segundo o qual o mundo é uma esfera infinita cuja circunferência está em todas partes e o centro em nenhuma). Um tema fundamental é o da criação de seres vivos a partir da descoberta de uma correspondência secreta e divina entre os números da cabala (por exemplo, a lenda do Golem) e a divindade, e a realidade pura e absoluta que são os números para os pitagoricos e, também, em Platão. Não se descuida o tópico de grande atualidade da pratica contemporânea do enxerto e da clonação sobre animais e ainda da ameaça de que esta última chegue a concretar esse leit-motiv da literatura gótica, o duble, mediante a regeneração da vida de um homem a partir de uma só das suas células. Ou, a partir das sementes de Sequoia, transplantar um bosque de sequoias a Marte, ou, em nosso caso, a prístina nave-organismo destruída pela explosão da supernova ressuscitada via cibernética cabalística ou platônica. Ou realizar copias de segurança de toda a informação que contem a memória e inteligência de um cérebro humano etc.

Seriam inumeráveis as hipóteses a citar e suas possibilidades teóricas e associativas da mais diversa índole que contem o livro, e alem disso sempre nos arriscaríamos a transgredir aquela linha de decência e discrição que é lei de ferro e código de honra num apresentador, e acabaríamos falando mais da conta e despotenciando a medula do livro, cúmulo de curiosidades e mistérios que o próprio leitor deve decifrar o desemaranhar.

Para terminar, alem de recomendar uma vez mais a compra e leitura do livro, é inescusável fazer alusão a dois pontos que acredito, no meu parecer, podem dar a chave do livro de D'Alembert: Burroughs e Borges. O milagre secreto, de Borges, é uma narração na qual o homem condenado à morte ao amanhecer do dia seguinte lamenta mais a inconclusão de sua grande obra, um poema épico de elaborados versos a maneira de Virgílio, que sua própria morte. Um deus piadoso, artista, supomos, suspende o mundo físico, abre um tempo relativo dentro do absoluto, como o que vive o cosmonauta na cabina da sua nave, que supera a velocidade da luz, ou seja, lhe concede "tempo" para terminar sua obra e poder morrer em paz consigo mesmo como poeta, realizado, e, à par cumprir com seu dever cívico, que exige o obscuro 'zeitgeist' do totalitarismo europeu dos anos 30 e 40: não esquivar seu mísero holocausto para o bem dos senhores que açoitam Europa nesse momento, nem tampouco esquivar sua missão de poeta. Acredito que Arthur D'Alembert tem sintetizado a chave do mundo pos-capitalista, tardio-moderno, a era da telemática e da prospectiva futurista nesta obra, era que da ênfases ao possível por sobre o real, ao experimental sobre o dado. Com os remotos paradoxos de Zenón de Elea, e especialmente de Diodoro Cronos, chamado 'O Eristico" (pela sua habilidade não apenas na sofistica senão em razonamentos que serão mais tarde aceitados pela lógica moderna), o que se pretendia era salvaguardar o 'stablishment' conservador e clássico do mundo grego antigo. Hoje, com o espaço de Hilbert, a geometria de Lobatschevsky, o principio da incerteza, a mecânica quântica e a relatividade geral e especial, ocorre o inverso: se busca abrir mundo e expandir até o exponencial as possibilidades humanas. Neste contexto, a ficção de Borges fica ultrapassada. Hoje, o poeta cibernético, sem necessitar nenhum milagre sobrenatural, de nenhum deus 'ex machina' impertinente e grotesco, pode terminar sua obra automaticamente, depois de deixar uma copia de segurança do seu cérebro num microchip ou numa garrafa.

"A linguagem é um vírus que vem do espaço" (William S. Burroughs). Como vocês sabem, os Burroughs consolidaram um empório da informática em Salt Lake City, e William, filho pródigo desta dinastia, não pode escapar dela, porque tem tocado o tema em mais de uma novela de co-autoria ou antecipação catastrófica, como The Soft Machine (1961). Desde as bactérias que falam (Stanislaw Lem) até "o excesso de informação produzindo a ADIS" (Baudrillard), o tema dos vírus (informação química que se alimenta de outras informações químicas) tem copado a palestra dos debates mundiais a nível de simpósios ou de comunicação cientifica, ensaios filosóficos e narrações literárias. O Canto do Cisne engrossa essa tendência com a fabulação de um supervirus hipotético possível, no sentido de Diodoro de Cronos, instalado agora não nos computadores senão na cena da nossa inefável e bonachona literatura local. A batalha tecnológica começou. Joguem suas sementes pre-ciberneticas ates de que afunde o mundo devoto dos livros, e a mergulhar todos até mais para lá do pescoço nesta aventura chamada O Canto do Cisne; sorteemos as ruas euclidianas de Assunción providos com nossos tubos de Plasma e motores de antimateria, e, gente, von voyage.

CRISTINO BOGADO.
Poeta e escritor miscelâneo.
Asunción , setembro de 2003.








Como o livro foi publicado primeiro nos EEUU (inglés), transcrevo abaixo os comentários de alguns críticos norteamericanos e europeos que leram o trabalho.


O comentário de Lisa Dumond foi uma surpresa para mim, pois como escritor totalmente desconhecido não esperava ver citado meu livro nas paginas de SFSITE (www.sfsite.com), uma das mais conceituadas revistas eletrônicas para ficção cientifica dos Estados Unidos. Este foi o primeiro comentário crítico que li sobre o trabalho, e me animou a continuar escrevendo.


Lisa Dumond, escreveu para SFSITE em Janeiro de 1999:

Se você é daquelas pessoas que apertam os dentes com cada pequeno erro gramatical ou tipográfico, provavelmente não irá a desfrutar de O Canto do Cisne. Na sua atual encarnação, está cheio de erros, mas evitarão estes erros que você aprecie a historia?, não se você for uma pessoa esperta. A novela tem muito para oferecer.

Veja o capítulo inicial, onde o nascimento e morte de uma estrela supernova são comentados em detalhes precisos e poéticos. Junto com a morte de 1987-A, vemos de relance algo diferente no profundo do espaço. A natureza deste objeto é vaga, nebulosa, e não podemos compreende-lo com precisão, mas com o transcorrer do tempo o faremos.

Cento e sessenta mil anos depois, a última mensagem enviada por aquele distante objeto chegará à Terra. Lógico que isto é apenas o começo da investigação, visto que os humanos se empenham em compreender a comunicação desconhecida. Mas acharão eles a bonança atrás do tesouro que esperam, ou pelo contrario será o fim da vida no planeta Terra?

Num cenário muito mais viável que a cooperação tocante em CONTATO de Carl Sagan, os países que interceptam a mensagem estão determinados a decifra-lo em segredo. A gente nunca sabe se uma nova arma ou uma vantagem tecnológica aparecerão pela frente, mas para conseguir descobrir aquele algo valioso as vezes devem agir em forma alucinada.

O Canto do Cisne é amplo na sua historia, mas curto no desenvolvimento dos personagens. As pessoas que trabalham no projeto são antes que mais nada ferramentas utilizadas para abrir a caixa misteriosa. E como todas as ferramentas, são valiosas mas não insubstituíveis. Da mesma forma, ninguém se detém a pensar no que sentem os personagens ao executar a sua tarefa. Uns poucos traços são permitidos na vida dos personagens principais, porém estes são essencialmente não essenciais. Não se preocupe, você não os necessitará.

O roteiro do O Canto do Cisne é interessante. Parece muito mais com a dramatização de um filme de detetives. Datas, horas, lugares - pense nela como uma tarefa cientifica, uma pesquisa sobre algo que está acontecendo. Algo simples se você considera o ambiente dos participantes; de alguma forma os mesmos estão envolvidos no maior crime conhecido.

Em muitos aspectos O Canto do Cisne não é uma leitura fácil. Estão os erros da linguagem (Inglês) que infestam esta primeira edição e que sem dúvida frustrarão alguns leitores. Mas também não existem respostas simples esperando dentro. Pode que você nunca saiba a resposta a muitas das perguntas colocadas no livro, e talvez isto nem sequer seja importante.

Não, não é CONTATO, e não é muitos outros livros que eu poderia citar. É um pequeno livro chamado O Canto do Cisne e que aborda de uma forma diferente o que poderia acontecer com uma primeira comunicação extraterrestre.

Sendo assim, dê a ele uma chance agora ou espere pela nova edição revisada. Com algumas pequenas correições pode ser um vencedor."

(Os comentários originais de Lisa Dumond estão aqui )




O SFFWORLD.COM de Noruega, dedicado à ficção cientifica, escreveu em Fevereiro de 2000:

Este é um daqueles livros que captam a sua atenção já a partir da primeira página, e que é muito difícil de soltar.
Em 1987, uma supernova explode e cinco anos mais tarde, Susan Kimmerly Horowitz decide analisar alguns dados que tinham sido coletados sobre a explosão. É então que ela percebe, os dados incluem números pseudo-primos que não tem nenhuma razão para estarem lá. Ela cruza os dados com informações colhidas no Japão, e os resultados são os mesmos. O objetivo é descobrir o que significa tudo aquilo, e Susan pode não ser a única a conhecer o segredo. Uma questão porém permanece: está o homem preparado para o que vai encontrar?

A estória definitivamente coloca na sua mente a pergunta: será que...? O pior é que tudo parece tão verdadeiro e possível... poderia isto realmente acontecer?

Os fatos científicos são a base desta estória, e parece que o autor conhece bem sobre o que está falando, não são apenas aparências. A estória está baseada em fatos astronômicos e matemáticos. Isto é o que realmente gosto nesta novela.

Uma historia que se passa rapidamente em menos de 200 páginas, baseada em ciência verdadeira. Eu recomendaria muito esta novela para todos aqueles que gostam de ser surpreendidos pela possibilidade e pela simples pergunta 'será que .....'?

(Os comentários originais de SffWorld estão aqui, e ele ainda não leu a segunda parte do livro)




The Bookshelf (Gretchen & Brett) escreveu em Abril de 2000

Uma boa estória, inteligente, fina, e que traz à tona questões e idéias intrigantes. D'Alembert usa matemática complexa, física, química e genética com graça e facilidade, oferecendo explicações simples para o fenômeno que marca esta estória, de forma que mesmo pessoas sem conhecimentos na área possam compreende-la.
A parte cientifica deste trabalho está entre as melhores em termos de qualidade narrativa, e o autor notadamente tem um interesse apaixonado no assunto, o qual transfere claramente para o leitor.
A premissa básica, que na realidade não é básica, é que uma cientista, ao monitorar a transmissão de uma estrela supernova, descobre uma anormalidade nos dados: escondidos dentro da emissão da estrela, há um conjunto de dados compostos exclusivamente por números pseudo-primos (você terá que ler o livro, eu não posso explicar aqui o que são).

Trabalhando em forma secreta, duas equipes separadas no Japão e EEUU competem para decodificar a mensagem, usando para isto poderosas redes de computadores e os melhores cérebros de ambos paises. A corrida está recheada de espionagem e enganos, com dificuldades para os dois times, culminando com a criação pela mensagem (usando para isto tecnologia robótica e engenharia genética) de um mortífero vírus e a tentativa de se apropriar das redes de computadores de ambos paises. O trabalho entre americanos e japoneses termina após um acordo entre governos, mas uma equipe de chineses copia os dados guardados e começa novamente o processo de pesquisa numa base lunar. Finalmente americanos, japoneses e chineses terão que trabalhar juntos para proteger a vida na terra de aquilo que foi criado pela aparentemente inofensiva mensagem, e para tentar interpretar a mensagem na sua totalidade.

O livro tem sido comparado a “Contato” de Carl Sagan, e talvez seja inevitável dado o conteúdo do assunto. Para alguém fora do âmbito cientifico, talvez eu não esteja na melhor posição para comparar os dois. Porém, acredito que D'Alembert se move num território novo com a personalização de uma entidade alienígena e o enfoque físico/químico da mensagem. Este livro tem um enfoque diferente: o trabalho de Sagan é essencialmente otimista, e o poder alienígena é benevolente; enquanto que o conceito de D'Alembert sobre a entidade alienígena é que ela se preocupa tanto com a humanidade quanto uma pessoa se preocupa com uma formiga.. e talvez pior, nem sequer isto.

Enquanto eu desfrutei lendo os livros, até o ponto de perder minhas aulas por causa deles, tenho certa hesitação em recomenda-los de forma incondicional. Ou D'Alembert ou seu editor tem uma forma estranha de trabalhar os diálogos e as formas dos verbos associados, ao ponto que algumas passagens tornarem-se difíceis de ler. Nem as palavras comentadas, nem as frases fechadas (ex. “Oi, disse Susan”) são naturais, e a conversação às vezes soa estilizada. (Não assim com as explicações cientificas, a maior parte das quais são agradáveis de ler). Eu não posso dizer até que ponto esta falha afetou minha visão do trabalho como um todo, mas tenho que advertir aos leitores sobre isto. Sugeriria ao autor que os futuros trabalhos sejam profissionalmente editados.

Uma outra apreensão (como sou exigente) tem a ver com o tratamento dado pelo autor ao 'mundo exterior', o ambiente sócio-político no qual a historia se desenvolve. Algumas das suas idéias (por exemplo a 'rede mundial') são intrigantes, mas aparentemente a complexidade do mundo moderno como nos o conhecemos está muito simplificada ou ignorada, deixando o foco inteiramente na parte cientifica, e isto pode ser bom, mas também os personagens se tornam fracos, o que não é bom.

Em resumo, acredito que D'Alembert poderia escrever excelentes historias com um editor mais cuidadoso, e eu pessoalmente gostaria de voltar a ler mais seus trabalhos.

(Nota do autor: evidentemente Gretchen está falando sobre a versão inglesa do meu trabalho, uma língua que não domino e sobre a qual estou fazendo uma nova revisão).

(Os comentários originais de Bookshelf estão aqui )




Fiatgirl Recommends books por Erika A. Lockhart, escreveu em Maio 2000


Estes dois livros oferecem uma visão única e intrigante sobre a natureza e a existência de vida no universo. Não somente questiona a existência de tal vida, senão que imagina uma forma de vida incompreensível para a maior parte de nos.

Embora um pouco lento no inicio, o suporte explicativo no inicio é útil para que o leitor compreenda o que acontece logo. O primeiro livro mostra uma cientista enfrentando um quebra-cabeças. Alguns estranhos sinais vindos do espaço misturados aos dados de uma supernova trazem grupos de números que não poderiam ter sido gerados ao acaso por fenômenos naturais. Logo de examinar os dados, uma equipe é posta a trabalhar sobre a mensagem de forma a compreende-la totalmente. O interesse desta equipe logo desperta o interesse em outros paises, e um brilhante cientista é trazido ao projeto apesar da sua debilitante doença mental.

Parece que a mensagem foi emitida por alguma nave colhida durante explosão, na onda de destruição causada pela supernova a muitos anos luz da terra. Ansiosos para decifrar esta carta final, os cientistas ficam confundidos com a sua complexidade, a qual sugere uma forma de vida muito mais inteligente que a dos humanos, e que desafia as redes de computadores mais poderosas do planeta.

A tentativa de decifrar a mensagem se mostra fatal para alguns participantes do projeto, e estranhas teorias são criadas para explicar a organização desta forma de vida.

Este livro serve como um prólogo para o segundo livro. É um livro relativamente pequeno. Às vezes o texto se apresenta um pouco seco, os personagens mostrando-se secundários já que o autor explica outras formas de vida e como elas poderiam reagir ao entrar em contato com a vida na terra. Os personagens existem assim apenas como uma conexão do seu trabalho para resolver o grande mistério.

Se você pode segurar o inicio, porem, é fascinante. O relato se move para frente sem nunca atolar. A premissa está bem considerada e, embora o texto contenha um bom lote de discussões matemáticas e cientificas, todas foram facilmente digeríveis para mim, e isto que o meu curso de ciências na escola secundaria terminou há 25 anos!

Para não prejudicar o primeiro livro, não posso comentar muito sobre o segundo. Ele inicia na festa de ano novo do milênio e pula 50 anos no futuro. Dois jovens hackers inadvertidamente conseguem trechos da mensagem, com conseqüências que farão mudar suas vidas. Agora de posse dos dados, outro pais se prepara para tratar de compreender a misteriosa transmissão.

A humanidade desenvolveu uma tecnologia mais sofisticada com a qual analisar a 'mensagem' do espaço, e também para proteger-se dos aspectos mais malignos da mesma. Outras áreas de interesse cientifico são tocadas em forma tangencial, incluindo o estudo da genética, embora hajam mais perguntas que respostas sobre este assunto.

Uma das coisas interessantes sobre este livro é a descrição sobre o alto grau de cooperação entre as superpotências mundiais, assim como a distribuição do poder entre nas nações poderosas. Esta cooperação está desenhada em forma cautelosa, e talvez sustentada sobre reflexões de estereótipos étnicos correntes; assim, os pontos colocados são completamente realistas como parte de uma visão do futuro.

Se você gosta de ficção cientifica, ou desfruta lendo assuntos que desafiam seus próprios modelos sobre como o mundo funciona, ou mesmo o universo, então a leitura destes livros valerão a pena.


(Os comentários originais de Fiatgirl estão aqui )




Patricia White, da revista CrescentBlue (USA), disse o seguinte em março de 1999:

"Depois da descrição lírica de uma supernova, e de uma rápida olhada numa nave espacial alienígena, O Canto do Cisne cai em vários aspectos. A pesar da minuciosa descrição que D'Alembert desperdiça nos seus personagens, os mesmos não passam de cabeças falantes, nunca cobram vida. O livro diz antes que mostrar, e os erros de pontuação e de sintaxe abundam.

Porém mais pra lá das falhas obvias do livro, se vislumbra um bosquejo de premissas interessantes. Uma mensagem codificada chega do espaço exterior e é gravado entre os dados da estrela supernova. Cinco anos depois desta gravação, uma astrônoma que trabalha em outro projeto descobre a gravação que contém números pseudo-primos (não primos na realidade), os quais não poderiam estar naquele lugar. Reconhecendo estes números como a chave de uma mensagem alienígena, os cientistas trabalham para decifrar a mensagem.

Visto que O Canto do Cisne pega este nome por causa da última comunicação da nave destruída pela explosão, se poderia esperar que o livro "cante" de alguma forma. A novela de D'Alembert traz à tona algumas questões interessantes sobre a ética e a consciência dentro da comunidade cientifica, porém ao final a maior parte destas questões permanecem sem resposta.

Por causa da minha educação colegial, mais concentrada na área de humanidades que em matemática superior, talvez eu não tenha o conhecimento suficiente para compreender os conceitos que conformam a historia. Se este for o caso, peço desculpas ao autor.

Mas se a minha opinião tem algum valor, encontrei os diálogos formais e pedantes, os personagens unidimensionais, a transição entre as cenas quase nula e a historia excessivamente difícil de compreender."

(Os comentários originais de Patricia White estão aqui )



Leslie Blanchard, do "Writer's Literary Journal" (EEUU) escreveu em Jun 1999:

"Se você gostou de CONTATO, também vai gostar deste trabalho"

"Editoras menores tem dificuldade às vezes com o formato e a produção de livros pequenos, e este livro não é diferente. Enquanto existem numerosos erros de edição, mesmo assim na minha opinião o livro vale a pena ser lido. Não pelo leitor "literato", senão por aquele que desfruta da ficção científica ou da ciência mesma - o livro está bastante bem escrito.

Estará a humanidade preparada para um contato extraterrestre?. Uma mensagem misteriosa chega do espaço, levando os personagens de O Canto do Cisne a determinar quem a enviou e por que, o que significa, e se isto importa de alguma forma depois de tudo.

Os personagens são um pouco fracos - mas servem no seu propósito de fazer com que a investigação seja compreensível para o leitor de nível médio. O destino da humanidade está nas mãos deste pequeno grupo de cientistas selecionados para decodificar e compreender a mensagem, assim que embora os personagens em si não despertem interesse para o leitor, a sua missão certamente o fará.

O livro está escrito com inteligência - embora os erros de edição possam fazer com que leitores mais exigentes discordem. D'Alembert faz um bom trabalho ao manter o interesse do leitor até o final. É uma boa leitura para uma noite, a qual lhe deixará pensando no futuro do nosso planeta."

(Os comentários originais de Leslie Blanchard estão em Amazon e aqui )



Erika Lacey, da revista Harbinger (Austrália), escreveu em Junho de 1999:

"Promete bastante, porem precisa de muito trabalho (de edição e correção)"

"Ao pegar o livro, parece que o mesmo foi auto-editado ou que a editora não tem a mínima idéia do que significa fazer um livro. A contracapa está titulada de "sinopse", quando deveria ser o lugar onde o autor apresenta ao editor um resumo da obra. A capa também não está boa, parece a impressão feita em computador de um planeta com uma resolução mais do que pobre. Eu não pude acreditar no preço de $ 19.95 - especialmente para um livro tão fino. Porém, isto não diz nada sobre a qualidade do que está dentro das suas páginas.

A melhor parte do livro é que acabei por aprender o que são os números pseudo-primos (ou de Carmichael). Nunca antes tinha ouvido falar deles. O livro em si não é tão original - qualquer um que tenha lido CONTATO de Carl Sagan perceberá. Pseudo-primos = primos, detalhes sobre criar uma máquina = detalhes sobre criar um mecanismo virósico, e assim sucessivamente. Devo admitir porém que a idéia de existir um programa de computador que muda totalmente as suas operações é uma novidade. Não saberia dizer se isto é possível - você teria que perguntar para um engenheiro de computadores sobre isto - mas devo admitir que achei entretido.

A estória está bem feita, e cresce até um certo ponto, porém os personagens são opacos e destruem o efeito que a historia cria. Eles não são mais que peões criados para contar a história, não podem se sustentar por eles mesmos. O único personagem que eu pensava ser o principal, não chega muito longe. Assim, os personagens principais, ou pelo os que eu supunha ser principais! - são frágeis e não contribuem em nada para a historia.

Algo bastante molesto são as constantes explicações que D'Alembert faz de siglas e abreviaturas comuns. Ha explicações sobre o significado de CIA e SNA, as quais qualquer pessoa que leia este tipo de livros conhece de leituras anteriores. Ha numerosos erros de tipografia que me fizeram apertar os dentes, mas para não ser pedante os deixei de lado cada vez que interrompiam minha concentração na historia.

Algo que o autor deveria evitar é começar o capítulo 5 na forma que o fez. Parece como se tivesse deixado o trabalho um longo tempo e depois volto a escrever sem ter lido o que tinha escrito previamente. Explicar novamente os personagens quando já o tinha feito bem - até se poderia dizer muito bem - nos capítulos anteriores, é cansativo.

Acredito que talvez o seu editor deveria revisar o original com bastante cuidado e corrigir as coisas que mencionei. Seu estilo promete algo, mas este livro deveria ter sido publicado muito depois, quando D'Alembert tivesse o tempo para revisa-lo friamente até poli-lo bem."

(Os comentários originais de Erika Lacey estão em Amazon e aqui )



Thomas Christensen de TC Books reviews (Dinamarca) diz:

"Geralmente não comento sobre o acabamento ou o preço de um livro quando o reviso, por que normalmente não ha razão para isto. O Canto do Cisne é diferente. Primeiro por que está publicado principalmente em forma ELETRÓNICA como um documento Acrobat, o qual em si mesmo não é problema, mas 6 Dólares por 188 páginas?. Não concordo com isto, se a publicação eletrónica deseja competir com os livros impressos deve faze-lo no preço antes que mais nada. Se perco o prazer de ler na velha e agradável maneira - sobre o papel - pelo menos desejo poupar dinheiro. Eu recebi uma copia impressa de O Canto do Cisne (minha primeira copia impressa!), mas esta não faz muita justiça ao livro, ha simplesmente erros gramaticais de mais, e a montagem parece de segunda mão. Eu acredito no sucesso dos livros eletrónicos, mas não desta forma. Bem, suficiente sobre o livro, agora, o que ha sobre a historia?

O livro não diz nada sobre Arthur D'Alembert, porém creio adivinhar que este é o seu primeiro trabalho serio. Está bastante bom, excetuando alguma parte mais tosca - pegue-se por exemplo o inicio, uma poética descrição de uma estrela supernova, mas cinco páginas de poesia é tudo que tem. Logo Susan encontra uma mensagem escondida entre os dados da estrela e uma corrida se desata para decifrar e compreender a mensagem. A maior parte do livro fala sobre o problema de manter o trabalho em segredo, mas também contem passagens interessantes de tonteiras semi-plausíveis sobre sementes de informação. O final consegue ser ao mesmo tempo interessante e tosco, quase uma façanha. Quando D'Alembert tenha polido bastante o seu trabalho, poderia ser interessante."

(Os comentários originais de Thomas Christensen estão aqui )


Papel Virtual Editora de Rio de Janeiro que vende a versão em Portugues do livro.

UPUBLISH Esta é a página da Editora Upublish em USA. Aqui pode ler as primeiras 25 páginas em versão inglesa livremente ou decidir pela compra de todo o livro (somente versão em Inglês e formato PDF - preço U$ 6.00). Esta editora tem publicado as partes I e II do livro.

XLIBRIS Esta é a pagina da esitora americana XLIBRIS. Também aqui pode ser comprada a parte I do livro.

Amazon.com page Aqui estão alguns comentários realizados por leitores em Amazon.com .

Colectivo Cultural Baile del Sol Esta é a página da Editorial Baile Del Sol, com a versão do livro em espanhol.


Outras paginas... | Home | BUG
Contador de entradas